As fronteiras estão cada vez menores entre as pessoas na web. A Google sabe disso, e agora me assustou
Esta semana separei um tempo para iniciar alguns testes com a mais nova ferramenta social da Google, o Google Friend Connect, que teve acesso distribuÃdo para as pessoas em fase de teste. O que podemos dizer é que, desta vez, o conceito de rede social está sendo explorado de maneira diferenciada. O Friend Connect permite que qualquer website se torne a própria “rede social”. Ao tagear seu HTML com o código referente à mini rede, temos o acesso tanto a cadastro de membros, comentários e, claro, uma interação entre eles. A priore algo muito bonitinho, legal. Mas qual a graça do Connect para tanto estardalhaço?
A grande importância está na descentralização da rede social como conhecemos. Com o Google Friend Connect, ela não está mais restrita a um único lugar, está em todas as partes com uma possibilidade de crescimento viral que assusta. Imagine todos os visitantes de um determinado site se conectando ao mesmo tempo, interagindo e disseminando a idéia para seus amigos? Agora imagine isso adicionado ao fato de o Connecet ter integração com redes sociais de grande porte? Imaginou? Pois é, isto já é uma realidade.
Interessante seria pensar como a publicidade pode se adaptar à essa conjuntura. O Buzz que já está se tornando tradicional e não inovador no ambiente vai ter que se adaptar com rapidez a mais uma mudança. Não existem mais perfis definidos para a invasão do marketing na rede. Todos podem ser todos, se conectar a todos, sem limites. A palavra-chave é integração, e isso muda tudo.
A notÃcia é do New York Post. Segundo o jornal, a rede Wall Mart se prepara para comercializar uma versão popular do Iphone, a 99 dólares. Segundo especulações do mercado, o modelo teria 4Gb de memória, possibilitando armazenar até 1 mil músicas, contra os 8Gb e 16Gb dos modelos atualmente existentes. Tanto Apple quanto Wal-Mart não comentaram o assunto.
Se chegar no Brasil eu pego. ![]()
A Energy/YR criou uma ação interessantÃssima focada no público jovem, pra fortalecer marca MSN. Muito legal, o jovem envia a sua melhor conversa que teve pelo Messenger e o episódio mais curioso fica na home da promoção. Ilário e nem preciso falar que a audiência está sendo espantosa.
O nome da promoção também ajuda muito.
O conceito de que as marcas precisam ser mais do que produtos, sim nossos amigos.
 
Barack Obama foi o 44º presidente eleito pelos Estados Unidos da América. O apelo que o adversário de John Mccain fez a seus milhões de eleitores não foi o mesmo que estamos acostumados a ver, e se fosse, com certeza não o consagraria eleito com a disparidade de votos que foi. O slogan da campanha, “We can change†– em português, nós podemos mudar, não foi apenas um clichê publicitário. Um negro candidato ao maior posto polÃtico do mundo já seria suficiente para justificar a propaganda de mudança tão inserida nos discursos, mas não bastasse isso, uma outra faceta de Obama conseguiu pôr mais lenha nessa fogueira, e alavancar a campanha do Democrata. A internet.
Internet que foi responsável pela maior parte das doações que Obama recebeu para seu comitê de campanha. Internet que conseguiu unir forças e aumentar os votos do candidato nas regiões onde Mccain era o favorito. A inovação marcou essa disputa, e se viralizou através das redes sociais que Barack divulgou e disseminou por todo o paÃs e pelo mundo atestada pela qualidade do design de seu site e pelo planejamento minusioso de sua comunicação on line. Obama falava para todos: Uma linguagem para os artistas, outra para os idosos, outra para os latinos e por aà vai… Tudo foi pensado, dentre outras coisas, o foco diferenciado no eleitor jovem, que foi uma das maiores bandeiras do candidato. Ele os estimulou a exercer a cidadania, algo quase esquecido nos oito anos de governo Bush.
Para a imprensa americana ele fez história por romper barreiras raciais. Mas foi mais do que isso. Uma nova postura de comunicação foi adotada com o uso da internet que potencializou sua vitória, sem a dependência dos meios convencionais de comunicação.
Se ele vai corresponder ou não às expectativas é outra história, mas com certeza uma coisa é certa: Que ele já começou a mudar muita coisa, ele começou. Ações como essas devem estar aos nossos olhos e principalmente na mente.


Untitled from fabio x nizan on Vimeo.
Replicando aqui o texto Rodrigo Strada VP de Criação da Jazz. Estou nesse comtexto, com certeza.
Designers não vivem sem: o lado criativo da música
15 de outubro de 2008, 21:16
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O pessoal de criação se divide em dois grandes grupos: aqueles que não conseguem produzir sem trilha sonora e os que preferem mil vezes o silêncio, para que a música não atrapalhe a concentração. Como é com você?
Por Rodrigo Strada
Desde pequeno, aprendi que a música e a criação podem caminhar juntas. Lembro de ter ganho o LP “A Arca de Noéâ€, de VinÃcius de Moraes, quando eu tinha quatro anos. Eu ouvia e montava minha própria arca fazendo altas colagens e diagramações esdrúxulas com os elementos que vinham nele. Na época de escola, perdi a conta de quantas folhas de caderno gastei tentando copiar os logotipos e ilustrações das bandas que mais gostava. Maldito Eddie…
E continua assim até hoje. Faço da música meu instrumento principal de criação. Não consigo imaginar uma peça ou um conceito sem que a música interfira diretamente na solução.
Quer uma prova? Entre nas salas de criação de qualquer agência para verificar que fones de ouvido, iPods e caixas de som são itens obrigatórios na maioria das mesas dos designers. Cada um em seu mundo paralelo, escutando sons e ritmos mais distintos possÃveis e tranformando, talvez, a letra, o ritmo e o sentimento que aquela música está passando, naquele momento num trabalho consistente.
Também há o outro lado da moeda, das pessoas que necessitam de total silêncio na hora criativa. Estes dizem que a música “distrai†e “desconcentraâ€. Pode ser. Mas acho importante ter a influência da música em todo processo criativo e usá-la para recorrer à s diversas formas, estilos e pensamentos de toda a história para se obter uma base, um fundamento.
E acredito, sempre, que, ao me concentrar para cada novo job, a música vem ser a minha fonte principal do que costumeiramente chamam de “inspiraçãoâ€. Com muito rock e jazz, por favor!
Apartir de hoje estarei fazendo parte do time de articulistas do Imasters, um dos sites mais completos quando o assunto é TI. Estarei escrevendo para a sessão Publicidade on Line.
Para visualizar meu primeiro artigo, clique aqui
Foi um prazer participar da edição de outubro da Webdesign, a pedido do grande LuÃs Rocha. Vejam como ficou.

