A  Energy/YR criou uma ação interessantíssima focada no público jovem, pra fortalecer  marca MSN. Muito legal, o jovem envia a sua melhor conversa que teve pelo Messenger e o episódio mais curioso fica na home da promoção. Ilário e nem preciso falar que a audiência está sendo espantosa.

O nome da promoção também ajuda muito.

http://msn.copieecole.com.br/

O conceito de que as marcas precisam ser mais do que produtos, sim nossos amigos.

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November 13th, 2008 Geral | No Comments
 
 

Barack Obama foi o 44º presidente eleito pelos Estados Unidos da América. O apelo que o adversário de John Mccain fez a seus milhões de eleitores não foi o mesmo que estamos acostumados a ver, e se fosse, com certeza não o consagraria eleito com a disparidade de votos que foi. O slogan da campanha, “We can change” – em português, nós podemos mudar, não foi apenas um clichê publicitário. Um negro candidato ao maior posto político do mundo já seria suficiente para justificar a propaganda de mudança tão inserida nos discursos, mas não bastasse isso, uma outra faceta de Obama conseguiu pôr mais lenha nessa fogueira, e alavancar a campanha do Democrata. A internet.

Internet que foi responsável pela maior parte das doações que Obama recebeu para seu comitê de campanha. Internet que conseguiu unir forças e aumentar os votos do candidato nas regiões onde Mccain era o favorito. A inovação marcou essa disputa, e se viralizou através das redes sociais que Barack divulgou e disseminou por todo o país e pelo mundo atestada pela qualidade do design de seu site e pelo planejamento minusioso de sua comunicação on line. Obama falava para todos: Uma linguagem para os artistas, outra para os idosos, outra para os latinos e por aí vai… Tudo foi pensado, dentre outras coisas, o foco diferenciado no eleitor jovem, que foi uma das maiores bandeiras do candidato. Ele os estimulou a exercer a cidadania, algo quase esquecido nos oito anos de governo Bush.

Para a imprensa americana ele fez história por romper barreiras raciais. Mas foi mais do que isso. Uma nova postura de comunicação foi adotada com o uso da internet que potencializou sua vitória, sem a dependência dos meios convencionais de comunicação.

Se ele vai corresponder ou não às expectativas é outra história, mas com certeza uma coisa é certa: Que ele já começou a mudar muita coisa, ele começou. Ações como essas devem estar aos nossos olhos e principalmente na mente.

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November 5th, 2008 Geral | No Comments
 
 

 
October 27th, 2008 Cotidiano, Geral, Releases | 2 Comments
 
 


Untitled from fabio x nizan on Vimeo.

 
October 24th, 2008 Cotidiano, Geral, Releases | No Comments
 
 

Replicando aqui o texto Rodrigo Strada VP de Criação da Jazz. Estou nesse comtexto, com certeza.

Designers não vivem sem: o lado criativo da música
15 de outubro de 2008, 21:16
 
O pessoal de criação se divide em dois grandes grupos: aqueles que não conseguem produzir sem trilha sonora e os que preferem mil vezes o silêncio, para que a música não atrapalhe a concentração. Como é com você?
Por Rodrigo Strada

Desde pequeno, aprendi que a música e a criação podem caminhar juntas. Lembro de ter ganho o LP “A Arca de Noé”, de Vinícius de Moraes, quando eu tinha quatro anos. Eu ouvia e montava minha própria arca fazendo altas colagens e diagramações esdrúxulas com os elementos que vinham nele. Na época de escola, perdi a conta de quantas folhas de caderno gastei tentando copiar os logotipos e ilustrações das bandas que mais gostava. Maldito Eddie…

E continua assim até hoje. Faço da música meu instrumento principal de criação. Não consigo imaginar uma peça ou um conceito sem que a música interfira diretamente na solução.

Quer uma prova? Entre nas salas de criação de qualquer agência para verificar que fones de ouvido, iPods e caixas de som são itens obrigatórios na maioria das mesas dos designers. Cada um em seu mundo paralelo, escutando sons e ritmos mais distintos possíveis e tranformando, talvez, a letra, o ritmo e o sentimento que aquela música está passando, naquele momento num trabalho consistente.

Também há o outro lado da moeda, das pessoas que necessitam de total silêncio na hora criativa. Estes dizem que a música “distrai” e “desconcentra”. Pode ser. Mas acho importante ter a influência da música em todo processo criativo e usá-la para recorrer às diversas formas, estilos e pensamentos de toda a história para se obter uma base, um fundamento.

E acredito, sempre, que, ao me concentrar para cada novo job, a música vem ser a minha fonte principal do que costumeiramente chamam de “inspiração”. Com muito rock e jazz, por favor!

 
October 17th, 2008 Cotidiano, Geral, Releases | No Comments
 
 

Apartir de hoje estarei fazendo parte do time de articulistas do Imasters, um dos sites mais completos quando o assunto é TI. Estarei escrevendo para a sessão Publicidade on Line.

Para visualizar meu primeiro artigo, clique aqui

 
October 15th, 2008 Cotidiano, Geral, Releases | No Comments
 
 

Foi um prazer participar da edição de outubro da Webdesign, a pedido do grande Luís Rocha. Vejam como ficou. :-)

Revista Web Design

 
October 15th, 2008 Cotidiano, Geral, Releases | No Comments
 
 

Vivemos hoje a era das abreviações. O tempo cada dia mais parece estar mais escasso, e quando vemos o fim de qualquer uma dessas coisas, na verdade nem percebemos que ele, o fim chegou. O adentrar de épocas, o sair delas, os cabelos brancos (a falta de cabelos, no meu caso), tudo isso passa sem sequer causar um mínimo de impacto em nossa percepção tão ativa e dialética. Nem ela mesmo consegue ser coerente com a realidade.

E essa avalanche caótica que vêm sobre todos, é na verdade, o mover do blogueiro, que ao meu ver, se move ao contrário, em sua maioria.

Nesse alvoroço, a língua pede ajuda ao tempo. Pede pro tempo voltar aos vellhos tempos, deixar de ser tão metido e ouvir um pouco os antigos. Deixar de querer ser apenas comunicativo e gerar fidelidade com uma norma mais culta, saca?

Mas tempo é dinheiro, e a velha desculpa se renova. Falta tempo.

E aí, já tomou seu chá das 5 hoje?

 
October 3rd, 2008 Cotidiano, Geral, Releases | No Comments
 
 

Estarei presente na próxima edição da revista Webdesign (outubro), em uma entrevista muito legal que dei ao grande jornalista Luís Rocha. Falo de minha carreira dentro do design, experiências, jobs e muitas outras coisas para a sessão portfólio freelance.

Comprem :-)

 
September 18th, 2008 Cotidiano, Geral | No Comments
 
 

A inclusão digital já foi uma preocupação generalizada. Quem não se lembra de que, quando os computadores por aqui chegaram, algumas pessoas tinham medo deles? Hoje, ninguém duvida de que a internet é parte essencial do dia-a-dia nas empresas. E, quando se fala em inclusão digital, refere-se às classes mais baixas da população, que tem pouco ou nenhum acesso à internet. De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a população brasileira é recordista mundial em tempo gasto na rede, com 14 horas diárias, informou o site InfoMoney.
Mas há uma contradição nessa história. Segundo pesquisa do NIC.br, Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto Br, 95% das organizações com dez ou mais funcionários possuem computadores e 92% têm acesso à web. Se a internet já é uma realidade no mundo dos negócios, por que menos da metade das empresas tem um site?

“A percepção da importância dos websites é, muitas vezes, subestimada, quando, na verdade, a oferta de recursos é ilimitada e a lista de benefícios não pára de crescer, com o advento de novas tecnologias e o aumento do número de empresas e consumidores com acesso à rede”, explica o diretor-geral da Kyu Design Gráfico, empresa especializada em soluções visuais e criação de sites, André Shibata.

Internet deve ser usada para gerar negócios
O uso da internet visando à geração de negócios ainda é muito baixo no Brasil. Entre as empresas que possuem página na internet, 48% disponibilizam preços e catálogo de produtos e serviços para os consumidores, 34% oferecem suporte pós-venda, 23% aceitam pedidos e reservas de produtos e serviços e 10% possuem recursos para transações completas e meios de pagamento via web.

A discrepância do ponto de vista dos negócios é que os números mostram um ávido exército de consumidores circulando nas páginas da internet e, ainda assim, mais da metade das empresas não possui um espaço na internet. Entre as que possuem, 37% não apresentam nenhum dos recursos pesquisados.

E há o agravante de o amadorismo predominar na rede. “O proprietário do site deve respeitar algumas regras para que a ferramenta seja utilizada de forma positiva. É preciso apresentar uma imagem séria e profissional, que espelhe credibilidade, manter canais de comunicação com o consumidor e conhecer o comportamento do potencial cliente virtual, para saber criar oportunidades, e corresponder às expectativas”, afirma o diretor da Kyu Design Gráfico.

Priorize a interação
A maioria das empresas que busca uma empresa especializada em construção de sites tem em mente um produto institucional, que acaba limitando o potencial de interatividade com o consumidor. “Garantir o feedback das dúvidas, sugestões e reclamações em tempo hábil é importante para garantir a fidelização dos clientes . O sucesso de um site pode ser resumido pelo tripé: navegabilidade, objetividade e visibilidade”, acrescenta ele.

No Brasil, 45% das empresas que possuem site, ou seja, menos de um quarto do total, fazem vendas pela internet. Mas possibilitar uma transação de venda completa na internet é um dos recursos que o empresário deve buscar, garantindo a compensação do investimento.

De acordo com o NIC.br, com a venda pela internet, 74% das empresas obtiveram redução dos custos dos negócios, 71% agregaram mais qualidade para o consumidor, 69% tiveram o tempo de transação comercial reduzido, 58% registraram vantagem na equiparação à concorrência e 49% conseguiram aumento do número de vendas e de consumidores.

Pequenas Empresas, Grandes Negócios - AGO 2008

 
August 8th, 2008 Geral | No Comments